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Holanda 2-1 Portugal: 'Sumo' amargo para a equipa nacional
A Holanda está apurada e Portugal volta aos ‘ses’: tem de ganhar a Israel por mais de um golo de diferença e esperar que os holandeses vençam a Bélgica. O regresso da ‘máquina de calcular’ não é uma boa notícia para aquela que é considerada uma das melhores jovens selecções portuguesas de sempre, mas depois de uma primeira parte para esquecer, até seria injusto que Portugal saísse com um resultado positivo do Euroborg.

Drenthe e Rigters irresistíveis


A ‘Jovem Laranja’ (como é apelidada pela imprensa, tal é a qualidade dos novos valores holandeses) foi tomando conta do jogo aos poucos e sem que Portugal percebesse, o domínio foi-se acentuando. Aos cinco minutos, Drenthe (o novo Davids) ‘abriu o livro’ e começou a mostrar as suas potencialidades: cruzou na esquerda e depois de uma saída em falso de Paulo Ribeiro, Donk não conseguiu melhor do que atirar por cima. Como a resposta foi tímida, os holandeses aproveitaram e aqui começou o espectáculo Rigters: aos 14 minutos, fugiu a Semedo e rematou por cima; aos 27 minutos lançou Drenthe pela esquerda mas este atirou a rasar o poste e aos 32 minutos, surgiu na área e Paulo Ribeiro, ingénuo, saiu-se ao lance e acabou por tocar o avançado laranja. O árbitro alemão assinalou grande penalidade e Ryan Babbel marcou para o lado certo, com Paulo Ribeiro a ir buscar a bola dentro da baliza.



Apesar da mudança táctica operada por Couceiro – reforço do meio-campo com Ruben Amorim, Amoreirinha na direita e Nani no apoio a Hugo Almeida – a selecção portuguesa não se soltava e o único momento de relativo perigo só surgiu a dez minutos do intervalo: Moutinho surgiu pela direita, centrou para a área com Hugo Almeida a cabecear ao lado. Do lado laranja, o perigo era real! Aos 44 minutos, Bakkal assistiu Rigters na área e este, em queda, rematou ao poste com Manuel da Costa (uma grande exibição no primeiro tempo) a evitar males maiores. No entanto, o jogo não chegaria ao intervalo sem que João Moutinho fosse derrubado na área por Drenthe: erro grosseiro do juiz alemão.



Portugal apareceu tarde



Consentido ou conquistado por mérito próprio, a verdade é que Portugal dominou toda a etapa complementar, sem que a Holanda conseguisse responder ou sair para o ataque. Mesmo assim, o jogo rendilhado dos jovens portugueses não tinha expressão e Portugal não tinha acesso à zona central do ataque. Só aos 60 minutos, Hugo Almeida deu um sinal de perigo com um remate forte (o primeiro que foi directo à baliza) e pouco depois, Varela iria trazer mais dinamismo ao jogo português. A selecção nacional tentava chegar à área de todas as formas e apesar da expulsão de Couceiro (por palavras), Portugal era agora uma equipa mais temível. O primeiro canto a favor dos portugueses só surgiu aos 71 minutos e no mesmo minuto, Semedo parecia estar com fé no golo, mas o remate parou nas mãos de Vermeer.



Ao melhor futebol de Portugal, a Holanda respondeu com o 2-0. Aos 75 minutos, Denther passou como quis por João Pereira pela esquerda e assistiu para Rigters (quem mais?) que fuzilou as redes de Paulo Ribeiro. O momento alto dos portugueses no jogo aconteceu dois minutos depois: Miguel Veloso cobrou de pé esquerdo um livre frontal com a bola a entrar rente ao poste. Resta aos portugueses que este golo ajude a selecção a apurar-se. Uma missão que se adivinha difícil.
fonte e foto: sportugal.pt
publicado por Bruno Leite
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