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LIGA SAGRES: Sporting sob brasas empata com o Marítimo e cai para 7.º lugar
O Sporting não foi além de um empate caseiro frente ao Marítimo (1-1), apesar de ter estado em vantagem, completando assim o quarto jogo sem vencer na Liga portuguesa. Matías Fernández apontou o golo inaugural, já na segunda parte, mas Manú restabeleceu o empate.

Início frenético

O encontro no Estádio José Alvalade começou a um ritmo intenso, com oportunidades para ambas as equipas nos minutos iniciais. Ainda assim o jogo decresceu de intensidade, apesar de o Marítimo ter rematado com perigo aos 36 minutos, por intermédio de Marcinho. Rui Patrício, com uma defesa a dois tempos, evitou males maiores para a sua baliza. Três minutos depois, foi a vez de João Moutinho testar os reflexos de Peçanha, que correspondeu com uma defesa incompleta.

Sporting em vantagem

Após uma primeira parte sem golos, o Sporting foi a primeira equipa a criar perigo no recomeço, aos 47 minutos, na sequência de um livre. Daniel Carriço, solto na área, cabeceou por cima. Ainda assim, os homens da casa chegaram ao golo aos 53 minutos, mercê de um remate de Matías Fernández. O chileno aproveitou um desentendimento na defensiva madeirense e rematou em arco, assinando um golo de belo efeito.

Golo de Manú

Pese embora o ascendente dos "leões", o Marítimo chegou ao empate aos 61 minutos, na sequência de um remate de longa distância de Manú. O extremo dos madeirenses encheu o pé e assinou um golo para mais tarde recordar. Aos 68 minutos, o conjunto comandado por Paulo Bento poderia ter chegado à vantagem, após novo remate de Carriço, mas Peçanha defendeu com segurança.

Caicedo ao poste

Aos 76 minutos, o defesa-central leonino voltou a cabecear com muito perigo, numa fase em que o Sporting procurava com mais insistência o tento da vitória, algo que poderia ter acontecido aos 80 minutos, após remate de Hélder Postiga, que saiu ao lado. Já nos descontos, Felipe Caicedo poderia ter dado o triunfo aos "leões", mas o remate do avançado acertou no poste.

Nacional sofre mas vence

Nos restantes encontros disputados este domingo, o Nacional da Madeira saiu vitorioso da recepção ao V. Setúbal, apesar de ter estado em desvantagem, graças a um golo de Keyta (de grande penalidade), aos 11 minutos. Nejc Pečnik empatou a partida mesmo em cima do intervalo (45) e Anselmo selou o triunfo dos insulares, aos 86.

Derrotas caseiras

O Olhanense perdeu em casa frente ao Rio Ave, mercê de um golo de João Tomás, apontado aos dez minutos. O Paços de Ferreira também foi surpreendido no seu reduto, perante a União de Leiria, que apontou um golo solitário aos 17 minutos, por Cássio.



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publicado por Bruno Leite
LIGA SAGRES: Sporting 2-0 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
LIGA SAGRES: Marítimo 0-6 Benfica
O Benfica venceu na segunda-feira o Marítimo por 0-6, num jogo que ficou marcado pela expulsão de Marcos, guarda redes da equipa insular, e que colocou a equipa bem cedo (16 minutos) a jogar com 10 elementos. O lance originou uma grande penalidade e o golo de Reyes. Os restantes golos da equipa foram apontados por Suazo (2), Luisão, Suazo e Nuno Gomes (2). O Benfica regressa assim, à condição, à liderança da Liga Sagres, à condição, visto o Leixões jogar terça-feira em Guimarães, mais de 3 anos depois da última vez que tal aconteceu.

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publicado por Bruno Leite
LIGA SAGRES: Trofense 0-2 Marítimo

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LIGA SAGRES: Trofense 0-2 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
LIGA SAGRES: Trofense 0-2 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
TAÇA DE PORTUGAL: Arouca 0-0 Marítimo (3-1 G.P)

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publicado por Bruno Leite
TAÇA UEFA: Valência 2-1 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
Marítimo lança concurso para construção de novo estádio
O Club Sport Marítimo publicou no Diário de Notícias e no Jornal da Madeira um edital para abertura de concurso para a obra de construção do novo estádio do clube, situado nas actuais instalações dos Barreiros.

O concurso público internacional refere-se à empreitada de construção do recinto desportivo “Arena Marítimo - Madeira”.

No edital, é revelado que o custo total da obra está estimado em 46,5 milhões de euros e terá um período de execução de 20 meses a contar da data da sua adjudicação.

O Club Sport Marítimo, a entidade adjudicante, que está a contratar por conta do Governo Regional, estabeleceu o dia 17 de Outubro como data limite para a entrega de propostas.

Se tudo correr como delineado, o Estádio “Arena Marítimo - Madeira” deverá ser inaugurado no início da época 2010/2011, sendo ainda um dado importante o facto de a empreitada não inviabilizar a realização dos jogos de futebol durante o seu seguimento.

O projecto já deu entrada nos serviços da Câmara Municipal do Funchal e contempla acomodação para nove mil espectadores, sendo que o relvado e parte da pista serão as únicas estruturas existentes a serem preservadas.

Com este anúncio, parecem, assim, ultrapassados os imbróglios jurídicos que pairavam sobre a legalidade da cedência do Estádio dos Barreiros ao Marítimo.

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BWIN LIGA: Sporting 2-1 Marítimo

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publicado por Filipe Falardo
BWIN LIGA: Naval 0-3 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
BWIN LIGA: Vitória vence Marítimo e chega ao 2.º lugar
BAÚ DAS RECORDAÇÕES: Marítimo vence Leeds United na Taça UEFA (98-99)
BWIN LIGA: Marítimo 1-1 Benfica

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publicado por Bruno Leite
BWIN LIGA: Vitória de Setúbal 1-0 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
Bwin Liga: Belenenses 1-3 Marítimo


Belenenses 1-0 Marítimo (Weldon)





Belenenses 1-1 Marítimo (Bruno g.p)



O VÍDEO DO 2.º GOLO DE BRUNO E DO MARÍTIMO NÃO ESTÁ DISPONÍVEL







Belenenses 1-3 Marítimo (Mossoró)

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publicado por Bruno Leite
Por que não te calas?

"Parece que afinal não colheu muito junto do árbitro, porque Pedro Henrique não deve ter ouvido aquilo que eu disse."
Jesualdo Ferreira, técnico do FC Porto, após a vitória nos Barreiros.

Quando uma equipa perde por 3-0, no seu estádio, qualquer pessoa conclui que o vencedor exibiu um poder apocalíptico, amarfanhando o anfitrião até à inanição. Mas qualquer pessoa lúcida, e mesmo relevando o sectarismo, sabe que a realidade do jogo entre o Marítimo e o FC Porto esteve nos antípodas de um massacre. Durante a primeira parte, o Marítimo, ao contrário das minhas previsões, foi a equipa que mais tempo dispôs da bola em seu poder, engendrando ataques que tornaram evidentes a orfandade de Makukula. Não obstante o trabalho laborioso de André Pinto, o brasileiro não apresenta as mesmas características de Makukula, ponta-de-lança que se harmonizava com o futebol praticado pelos madeirenses. Os insulares foram sóbrios e incisivos, enfrentando um FC Porto poderoso, munido de jogadores viperinos na frente. Exceptuando o remate de Fucile - para uma notável intervenção de Marcos - o ímpeto expectável dos visitantes foi sustido, dispondo o Marítimo de, pelo menos, três oportunidades para inaugurar o marcador. Mas as pequenas diferenças fazem as grandes equipas e, para minha desventura, o Marítimo é, "só", uma boa equipa. Tal como aconteceu em Alvalade, o Marítimo voltou a cometer uma infantilidade que originou o primeiro golo de Lisandro, sobre o intervalo. Note-se que o argentico recebe a bola de costas para a baliza, dentro da área, e teve tempo para rodopiar, observar Marcos, e escolher o lado mais conveniente para a erupção do júbilo. Tudo isto perante a complacência de Ricardo Esteves e demais defesas.

O Marítimo perdeu todos os duelos com os "grandes", durante esta época, mas nunca foi subjugado. Apesar dos números expressivos, ontem, o FC Porto só manietou o Marítimo quando a equipa já estava reduzida a 10, depois de um excesso de zelo de Pedro Henriques. E aqui chegamos ao móbil deste texto: a revolta.

Como enfatizou o técnico do Marítimo - a quem imputo responsabilidades pela derrota -, o FC Porto não necessita de critérios dúbios para vencer. Todavia, durante o primeiro tempo, Lisandro foi alvo da benevolência do árbitro, escapando à expulsão, e este período de Quaresma também beneficiou Ricardo, quando este pontapeou Mossoró, numa altura em que a bola já se encontrava fora de campo. Por outro lado, Pedro Henriques não hesitou em expulsar Djalma, quando não é líquido que o jogador tenha intenção de interceptar a bola com a mão. Com ardis similares, aparentemente inócuos, os "pequenos" são mutilados e devorados por predadores de garras moles.

A segunda parte do jogo iniciou-se com o Marítimo a demonstrar capacidade para amedrontrar Helton. Todavia - e aqui censuro Lazaroni -, manteve-se Djalma em campo, jogador em risco de expulsão, quando Kanu poderia ter rendido o extremo-esquerdo dos madeirenses, mantendo a equipa "viva". Previa-se que o FC Porto iria explorar a natural inexperiência do angolano para forçar a expulsão. Não foi necessária, porém, qualquer manigância de Quaresma e companhia para o fim precoce de Djalma, e do Marítimo. O FC Porto só necessitou da astúcia de Pedro Henriques.

O Marítimo perdeu. 3-0. Esta é a história que fica para a História. Contudo, na minha recordação também se enraíza a jactância pútrida de Jesualdo Ferreira, cujas declarações, após o jogo, indiciam uma pulsão pela formatação prévia das arbitragens. Oh Jesualdo, perante tamanhas evidências, age como a imagens sugere. Por que não te calas, porra?!?

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publicado por VFS
TAÇA DE PORTUGAL: Sporting 2-1 Marítimo- Liedson resolveu...

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publicado por Bruno Leite
BWIN LIGA: Paços vence Marítimo
O Paços de Ferreira venceu ontem à noite, na Mata Real, o Marítimo por 3-1. A equipa de José Mota foi mais eficaz que os madeirenses e mereceu a vitória. Os insulares com vários jogadores lesionados, já poderam contar com o internacional português Makukula (cumpriu três jogos de castigo). Os golos pacences foram apontados por Edson e Wesley. Mossoró fez o único golo da equipa do Marítimo. As figuras do encontro foram Wesley, autor de dois golos e o guarda-redes Peçanha, ambos jogadores da formação da cidade do móvel.

Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira

Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal)
PAÇOS DE FERREIRA – Peçanha; Mangualde, Rovérsio, Tiago Valente e Chico Silva; Paulo Sousa e Pedrinha; Edson (Renato Queirós, 90 m), Wesley (Filipe Anunciação, 81 m) e Cristiano; Furtado (Ricardinho, 90 m).

MARÍTIMO – Marcos; Briguel, Ediglê, Gregory e Evaldo; João Luiz e Wénio (Tito, 46 m); Marcinho (Kanu, 46 m) e Djalma; Mossoró e Makukula (Bruno Fogaça, 62 m).

Ao intervalo: 3-1

Golos: 1-0, Edson (8 m); 1-1, Mossoró (27 m); 2-1, Wesley (34 m); 3-1, Wesley (43 m).

Resultado final: 3-1
Cartão amarelo a Furtado, João Luiz, Mossoró e Edson.


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publicado por João M Lopes
BWIN LIGA: SP. Braga 2-1 Marítimo

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publicado por Bruno Leite
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