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Manchester pondera avançar com proposta de 53 milhões por Villa
Com venda de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid por 94 milhões de euros, o Manchester United tem agora condições financeiras para apresentar uma proposta milionária pelo avançado David Villa, noticia esta terça-feira o "The Mirror".

A equipa treinada por Alex Ferguson parece estar na disposição de pagar 53 milhões de euros ao Valência pelo avançado asturiano, que será uma transferência recorde no futebol inglês. De acordo com o diário britânico, os "reds devils" possuem agora 120 milhões para investir em novos jogadores para reforçar a equipa. Para além de David Villa, que apontou 28 golos esta temporada na liga espanhola, a imprensa britânica tem dado conta do interesse do Manchester United no atacante equatoriano Antonio Valencia, do Wigan, jogador que destacou-se na Liga Inglesa esta temporada.

A saída de Villa, 27 anos, do clube "che" parece inevitável, visto estar a ser cobiçado por grandes colossos do futebol europeu europeu, como Manchester United, Real Madrid e Barcelona, e pelo facto do Valencia encontrar-se em sérias dificuldades económicas.

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publicado por Bruno Leite
FINAL DO CAMPEONATO DO MUNDO DE CLUBES: Manchester United 1-0 Liga de Quito



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publicado por Bruno Leite
ENTREVISTA DE RONALDO AO "PÚBLICO" «Ficar no Manchester será uma honra enorme»
Cristiano Ronaldo vai continuar em Manchester na próxima época. É o próprio que o diz numa entrevista ao PÚBLICO, em que assume com frontalidade a sua responsabilidade no "romance" que fez gastar toneladas de papel com a possibilidade de se mudar para o Real Madrid. Refere mesmo ter sido ele o culpado das clivagens que entretanto se criaram entre o clube inglês e o espanhol. Mas não pede desculpa, porque o seu único erro foi ter sido sincero.

O avançado português explica ainda os motivos por que vai manter-se em Old Trafford, faz o elogio do Manchester e principalmente de Ferguson, mas não esconde que o sonho de jogar em Madrid é bem real e antigo. E que é um sonho que se mantém. Mas pede que não se especule a propósito disso, até porque, insiste, a sua cabeça estará agora apenas em Manchester, que quer ajudar a defender os títulos conquistados e a sagrar-se campeão do mundo de clubes.

Alex Ferguson afirmou anteontem que "o assunto está encerrado" e que, definitivamente, o Cristiano Ronaldo jogará em Manchester na próxima época. É verdade?

É verdade. O meu treinador teve a amabilidade de se vir encontrar comigo há dias, em Lisboa, como já penso ser público. Foi uma conversa franca, entre duas pessoas que se respeitam muito e que, tenho a certeza, têm um carinho e uma amizade mútua. O que dissemos um ao outro fica apenas entre nós.

Ferguson ouviu os meus argumentos, eu ouvi os dele e, de facto, ficou entre nós estabelecido que o melhor para ambas as partes seria eu continuar. Por isso, posso confirmar que, na próxima época, irei jogar no Manchester. E, antes que surjam rumores e especulações no sentido de que vou ficar contrariado, quero já esclarecer uma coisa: quem disser ou escrever isso estará a mentir. Vou jogar no Manchester de corpo e alma. Vou lutar e honrar aquela camisola com o empenho e a dedicação de sempre.

E como é que acha que se vão sentir os dirigentes do Real Madrid ao vê-lo agora assumir que fica em Manchester?

Quero assumir que fui eu o grande responsável por toda esta polémica. Eles não tiveram culpa, porque fui eu que manifestei publicamente a vontade de ir para o Real Madrid. Acabei também por ser, mesmo que involuntariamente, o responsável pelos atritos que se verificaram entre os dois clubes.

As suas declarações, logo após a final da Liga do Campeões, mas também no decorrer e após o Europeu, indiciaram uma vontade enorme de sair do Manchester United e de se mudar para o Real Madrid. Afinal, qual era mesmo a sua vontade?

Sabia que o Real Madrid estava interessado em contratar-me e que, alegadamente, teria apresentado uma proposta muito elevada ao Manchester para o conseguir. A minha vontade foi, durante algum tempo, que o Manchester tivesse aceitado transferir-me para Madrid. Dizer o contrário seria estar a enganar as pessoas e a minha própria consciência.

Quem me conhece bem sabe que só algo de muito forte me poderia levar a assumir isto. Se há coisa que nunca fui - nem quero vir a ser - foi ingrato. O Manchester (desde os irmãos Glaser, seus dirigentes, designadamente David Gill, aos treinadores, colegas de equipa e simples funcionários) é um clube que estará para sempre no meu coração.

E isso será sempre verdade, aconteça o que acontecer no futuro. Sei bem o que este clube fez por mim e estar-lhe-ei eternamente grato em quaisquer circunstâncias. Mas, até por isso, até por eu saber que este é um clube diferente, com uma dimensão humana extraordinária, em determinado momento tive alguma esperança de que a minha vontade e as minhas razões fossem entendidas.

E quais foram essas razões que chegaram a fazê-lo querer sair?

Depois de termos ganho a Liga dos Campeões, senti que em cinco anos tinha ajudado a conquistar tudo o que havia para conquistar. Já tínhamos sido bicampeões ingleses e eu já tinha ganho a generalidade dos troféus individuais, incluindo o de melhor marcador da Premier League, da Liga dos Campeões e da Europa.

Senti, por isso, que talvez precisasse de um novo desafio. Por outro lado, nunca escondi que tinha o desejo de jogar em Espanha, mais concretamente no Real Madrid, e achei que este podia ser o momento para o fazer. O Manchester e o Real são provavelmente os dois maiores clubes do mundo e nunca seria uma decisão fácil. Além do novo desafio que ponderei, toda a gente entenderá que o estilo de vida e a cultura espanhola estão mais próximos da portuguesa. Estas foram, de facto, as razões que me fizeram ponderar.

Mas não houve mais nada? A atracção do ordenado ainda mais milionário que o Real Madrid se diz estar disposto a pagar-lhe, por exemplo?

Tenho a consciência de que, em qualquer circunstância, serei sempre vítima de especulações. Sabia, designadamente, que não iria faltar quem dissesse que a minha preocupação era apenas ganhar ainda mais dinheiro.

Outros iriam insistir na tese de que a minha vaidade não resiste à possibilidade de ficar ligado à maior transferência de sempre com apenas 23 anos. Claro que tenho orgulho por o meu trabalho ser reconhecido, mas nada disto pesou de forma decisiva na minha vontade.

Mais: se fosse apenas a questão monetária, nunca sairia do Manchester. Para além dos motivos que já referi, tenho também de reconhecer que a minha família via com bons olhos esta mudança. A possibilidade de estar a uma hora de avião da minha mãe e da minha restante família era uma atracção muito forte, mais a mais passando a servir um clube com a dimensão do Real Madrid. Eu sei que tenho de lidar com essas circunstâncias, mesmo que por vezes também me custe, mas é um pouco doloroso exigi-lo àqueles de quem mais gosto.

A maior prova do que acabei de dizer é o facto de eu ter efectuado um elevado investimento na compra de uma casa em Manchester, quando até nem tinha necessidade de o fazer. Fi-lo precisamente para tentar dar o máximo de conforto não só a mim, mas também aos que me são mais próximos. As pessoas do Manchester, designadamente o seu treinador, compreenderam os meus motivos.

Mas acabámos todos por concluir que eu devo continuar a envergar aquela camisola número sete do Manchester. Não será um sacrifício para mim, antes uma honra enorme. Tenho coisas importantes para continuar a conquistar em Inglaterra. E vou dar tudo de mim em Manchester. Quero defender o título europeu e ajudar o Manchester a sagrar-se campeão mundial. Isto, claro, sem deixarmos de olhar para a conquista da Premier League e para as restantes provas.

Não teme ser mal recebido pelos adeptos do Manchester?

Sinceramente, não. Essa possibilidade existe, mas espero que não se verifique.

Sei que sou um bom profissional, sei que ninguém é mais exigente consigo próprio do que eu e vou continuar a sê-lo em quaisquer circunstâncias. A maior alegria profissional na minha carreira foi a conquista da Liga dos Campeões. Nunca ninguém o apagará da minha memória, como ninguém conseguirá apagar o facto de ter sido conseguida com a camisola do Manchester United.

Aquilo que eu disse publicamente, se calhar com alguma ingenuidade, assumo-o totalmente. As pessoas têm de perceber uma coisa: aos 18 anos cheguei a um clube de sonho como é o Manchester. Foi o cumprir de um sonho. Mas, mesmo nesse momento, já tinha na cabeça o desejo de jogar uns anos valentes em Inglaterra e, depois, ir jogar em Espanha.

Já na altura pensava assim, e nem por isso deixei alguma vez de me aplicar ao máximo. Para quê mentir? Não vou ser um hipócrita e dizer o contrário do que penso, como outros fazem. Eu disse exactamente o que penso: tenho este sonho de jogar em Madrid e achei que era a hora de partir. As pessoas não podem levar a mal que eu queira cumprir um sonho de infância.

Mas seria justo para o Manchester ver-se obrigado a prescindir dos seus serviços, quando você ainda tem um contrato em vigor?

Eu sei bem o quanto este clube fez por mim. Estar-lhe-ei grato para sempre. O Manchester e os seus adeptos podem ter a certeza que nunca os esquecerei, aconteça o que acontecer. São especiais e têm um cantinho aqui guardado [bate com a mão no coração].

Aliás, confesso que uma das razões por que ganhei coragem para assumir o meu desejo foi o de estar garantido que o Manchester iria ser justamente recompensado. Os valores de que se falaram, que seriam recorde a nível mundial, serviriam, pelo menos materialmente, para compensar a dívida de gratidão que tenho para com o clube.

Vou aqui assumir algo que nunca disse a ninguém: se não tivéssemos sido campeões europeus, provavelmente eu não teria sequer chegado a dar sinais de que queria ir para Madrid.

E há uma coisa importante que deve ser referida: nunca foi minha vontade forçar a saída sem o consentimento do Manchester. Ao recusarem a oferta, os responsáveis do Manchester acabaram também por deixar bem vincado o quanto gostam de mim. Na altura, não o compreendi totalmente, mas agora sei dar-lhe o justo valor.

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publicado por Bruno Leite
Sir Alex Ferguson aponta a novo recorde pessoal
Alex Ferguson pode tornar-se no primeiro treinador a conquistar três SuperTaças Europeias, mas para isso é preciso que o seu Manchester United FC derrote o FC Zenit St. Petersburg na final do Mónaco.

Vitórias anteriores

O técnico de 66 anos já venceu esta prova por duas vezes. A primeira em 1983, quando o Aberdeen FC bateu o Hamburger SV com um resultado total de 2-0, e a segunda em 1991, quando o United derrotou o FK Crvena Zvezda, por 1-0, em Old Trafford. O escocês perdeu na edição de 1999, por 1-0, com a S.S. Lazio de Sven-Göran Eriksson. Se conseguir conquistar o troféu pela terceira vez, Ferguson sairá do Stade Louis II como o treinador mais vitorioso de sempre na prova.

Duas vitórias

Sir Alex é um de cinco treinadores que já venceu a competição por duas vezes, fazendo parte de um grupo ilustre no qual estão Raymond Goethals (RSC Anderlecht, 1976 e 1978), Arrigo Sacchi (AC Milan, 1989 e 1990), Louis van Gaal (AFC Ajax e FC Barcelona, 1995 e 1997) e Carlo Ancelotti (Milan, 2003 e 2007). Ferguson e Van Gaal continuam a ser os únicos treinadores que já conquistaram o troféu ao serviço de dois clubes diferentes.

Recordista

O veterano técnico é o mais experiente em prova, pois é o único que liderou um só clube em mais de duas finais da SuperTaça Europeia. Ferguson é um dos oito treinadores que já viveram a sensação de triunfo e de desaire nesta competição, juntamente com Bob Paisley (Liverpool FC, venceu em 1977, e perdeu em 1978), Brian Clough (Nottingham Forest FC, triunfou em 1979 e saiu derrotado em 1980), Johan Cruyff (FC Barcelona, impôs-se em 1992 e não evitou o desaire em 1989), Fabio Capello (AC Milan, venceu em 1994 e perdeu em 1993), Nevio Scala (triunfou em 1993, com o Parma FC, e saiu derrotado em 1997, com o BV Borussia Dortmund), Vicente Del Bosque (Real Madrid CF, venceu em 2000 e perdeu em 2002) e Juande Ramos (Sevilla FC, impôs-se em 2006 e não evitou o desaire em 2007). Scala e Alex Ferguson são os únicos treinadores que venceram e perderam na SuperTaça Europeia ao serviço de clubes diferentes, enquanto Guus Hiddink é o único que marcou presença em duas finais, ao serviço de clubes diferentes, e que nunca conseguiu arrecadar o troféu. Em 1998 saiu derrotado com o PSV Eindhoven e dez anos depois não evitou a derrota do Real Madrid frente ao Chelsea FC.

Holandeses em grande

No entanto, embora os ingleses possam ser considerados favoritos face ao Zenit, Dick Advocaat terá a motivação proporcionada pelo sucesso dos treinadores holandeses na prova, pois já venceram a SuperTaça Europeia em cinco ocasiões. Para além dos dois triunfos de Van Gaal, Gregorius Knobel levou o Ajax à vitória em 1973, Aad de Mos conduziu os belgas do KV Mechelen ao triunfo em 1988 e Cruyff venceu a edição de 1992 com o Barcelona. Outro factor de motivação para Advocaat é o facto de três destes triunfos terem acontecido ao serviço de clubes estrangeiros.

Totais por nações

Os treinadores italianos e os clubes da Serie A têm sido os grandes dominadores da SuperTaça Europeia, com o troféu a viajar nove vezes para Itália, sempre com técnicos nacionais, com a excepção do trunfo da Lázio, de Eriksson, em 1999. O triunfo de Gianluca Vialli com o Chelsea, em 1998, e Claudio Ranieri, com o Valencia CF, em 2004, leva a que os treinadores transalpinos tenham conseguido um total de dez vitórias. Os holandeses somaram cinco triunfos, mais um que os espanhóis, e mais dois que os ingleses. Os treinadores da Bélgica, Roménia e Escócia ergueram por duas vezes o troféu, enquanto os da Ucrânia, Croácia, Suécia e França conseguiram apenas um triunfo na SuperTaça Europeia.

fonte: uefa.com

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publicado por Bruno Leite
RONALDO E NANI CAMPEÕES DA EUROPA: Manchester United vence a Liga dos Campeões

(no title) -

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publicado por Bruno Leite
LIGA DOS CAMPEÕES: Man UTD elimina Barcelona. Ronaldo alcança a primeira final da Liga Milionária

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publicado por Filipe Falardo
MEIAS-FINAIS DA LIGA DOS CAMPEÕES: Barcelona 0-0 Manchester United
Melhores momentos da 1.ª parte

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publicado por Filipe Falardo
LIGA DOS CAMPEÕES: Resumos dos quartos-de-final (Quarta-Feira)



Barcelona 1-0 Schalke





Manchester United 1-0 AS Roma

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publicado por Bruno Leite
FA CUP: Manchester United 0-1 Portsmouth

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publicado por Bruno Leite
PREMIER LEAGUE: Ronaldo não pára...

FLASH INTERVIEW APÓS "BIS" AO PORTSMOUTH

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publicado por Bruno Leite
Manucho Gonçalves: Um Palanca Negra em Manchester


A selecção angolana, neste momento a disputar o CAN 2008 no Gana, deve ser a equipa nacional com mais apoiantes descrentes, mas dos mais entusiastas. Parece um contra-senso mas a verdade é que aqui em Luanda ninguém acredita na vitória dos Palancas Negras, no entanto a capital pára para os ver jogar.

No dia a seguir ao empate com a África do Sul, a descrença e a resignação eram os sentimentos de todos os angolanos. Apesar de considerarem que há alguns bons jogadores, muitos acham que não jogaram os melhores e quando estavam a ganhar, golo marcado por Manucho Gonçalves, começaram a defender o resultado quando a defesa é a pior qualidade de Angola. Para quem viu, parecia inevitável o empate dos Bafana- Bafana, o que aconteceu após um grande disparo que foi resultado de muita permissividade do meio campo defensivo angolano.

A coqueluche angolana

Assisti ao jogo Angola-África do Sul na TV, pois queria confirmar o porquê de todo o alarido à volta do mais recente jogador do Manchester United, o palanca negra, Manucho Gonçalves.

Trata-se de um jogador que foi o melhor marcador do Girabola (denominação do campeonato nacional da primeira divisão de Angola) há dois anos seguidos.

Este atacante de 24 anos começou a jogar no Sport Luanda e Benfica que, apesar do nome é uma equipa do meio da tabela, mas foi no Petro Atlético de Luanda, um dos grandes, que despontou para os golos. Curiosamente foi só após a saída do seu companheiro de selecção, Flávio Amado, que Manucho agarrou a titularidade nos petrolíferos, onde marcou 16 golos em 2006 e 15 em 2007.

Em Dezembro o angolano assinou pelos Red Devils após três semanas de treinos, à experiência. Mas o que é que Alex Fergunson e Carlos Queiroz viram neste palanca negra, de estatura acima da média, que os clubes portugueses, supostamente atentos aos jogadores dos chamados PALOP, não viram.

Na minha opinião o Manucho não é uma jovem promessa, em Angola é já uma realidade, mas com 24 anos não podemos dizer que seja um jogador no início da carreira. Em Manchester ele terá tempo para desenvolver as suas qualidades, se bem que em Março faça 25 anos de idade, mas não se trata de um fora de série nem tão pouco de um craque, mas possui qualidades que Fergie saberá explorar melhor do que ninguém.

Este tipo de jogador é o típico avançado de choque, fisicamente possante, pode ganhar bolas se o Manchester tiver que recorrer ao chuveirinho, porque de pés ele parece-me um pouco ingénuo, não sendo trapalhão.

Em Portugal ele teria os dias contados de certeza, era visto com desdém por causa da idade e do local de formação, e traria sempre consigo o estigma do qual, por exemplo, Oscar Cardozo sofre. É alto logo é trapalhão, apesar da história do futebol português nos ter provado o contrário muitas vezes.

O Manucho não é o Drogba. O próprio Drogba, com 29 anos de idade a caminho dos 30, só se tornou numa força da natureza a marcar golos, há dois anos sob a batuta de José Mourinho, mas como Carlos Queiroz afirmou, o angolano “é um tipo de jogador útil a qualquer equipa”.

O tempo dirá se o palanca negra vai ajudar os Red Devils. Para a história fica a contratação de um angolano, a baixo custo, por parte de um colosso europeu.

Tiago Gonçalves- Correspondente PF10 em Luanda, Angola.

fotos: angolapress.com (Selecção de Angola no CAN 2008)/ Alex Ferguson (treinador do Man Utd) à esquerda e Manucho à direita

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publicado por The Mask
Liga Inglesa: Liverpool 0-1 Manchester United
0-1 Tevez

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Carlos Queiroz: «Soares Franco é grande, mas não é grande coisa»
Carlos Queiroz, adjunto português do Manchester United, esteve presente em Anfield Road para assistir ao Liverpool-Porto. O técnico respondeu às acusações de Filipe Soares Franco, presidente do Sporting, que não gostou da forma, e sobretudo da altura, em que o braço direito de Sir Alex Ferguson se referiu elogiosamente a Miguel Veloso.

Aqui ficam as afirmações:

«Foram afirmações duras, injustas, incompreensíveis e só a frustração de o presidente do Sporting não sentir que o clube está na fase final da Champions pode justificar isto. Também gostaria de ver o Sporting na segunda ronda e na liderança do campeonato e compreendo a sua frustração. Há uma grande mudança no Sporting e sempre que acontecessem estes momentos de insucesso é bom ver o presidente do lado do seu treinador. Lembro-me do tempo em que, quando as coisas corriam mal, os treinadores eram sempre os culpados.»

«Culpado, eu? Agora que estou no Manchester? Podia ter sido o Boloni ou o Peseiro, escolheram-me a mim. Gostaria de separar as coisas. Só falo de Soares Franco. Por vezes, a partir de determinadas horas do dia, não sabe o que diz. Não fiz insinuações, só afirmações. Nunca coloquei dúvidas sobre o interesse em jogadores. Foi uma opinião técnica. Há jogadores do Sporting que jogam na selecção de Portugal e merecem o meu aval.»

«Foi de uma desonestidade intelectual... procurou divergir as atenções das pessoas em relação ao sucesso que toda a gente gostaria de ver no Sporting. Eu trabalho no Manchester, não no Sporting. Já não espero desculpa. Ele é grande, mas não é grande coisa. Não é a primeira vez que isto se passa comigo. Estou um pouco farto desta postura. O senhor Soares Franco não tem nada a ver com o Manchester nem eu com o Sporting.»

«Não fica bem a uma pessoa que é presidente do Sporting. Não tive a felicidade de ter nascido numa posição em que não preciso de trabalhar, portanto, sou trabalhador com muito gosto. Isto surpreendeu-me.»

foto: manutdzone.com (Queiroz-à direita-perdeu o sorriso com as declarações do presidente do Sporting)

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publicado por Bruno Leite
Foto do dia

foto: cache.gettyimages.com (Ronaldo a festejar o golo da vitória do Manchester United frente ao Sporting)

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CHAMPIONS LEAGUE: Sporting perde nos descontos por 2-1 com o Manchester United

Na quinta jornada da fase de grupos da liga dos Campeões, o Sporting jogou no campo do Manchester United e perdeu por 2-1, com golos de Abel (21'), para o Sporting, e de Tévez e Cristiano Ronaldo (90+2), para o Manchester United. Com este resultado o Sporting ficou afastado da qualificação para a fase final da Liga dos Campeões, mas garantiu, por sua vez, a presença na fase final da Taça UEFA.

O jogo foi emocionante e teve duas partes distintas, com o Sporting muito melhor na primeira parte e o Manchester United melhor na segunda parte. Os primeiros 15 minutos foram equilibrados e só a partir dos dez minutos é que começou a haver remates de perigo de ambas as equipas. O Manchester criou a sua grande oportunidade de golo aos 19 minutos por Saha, mas o remate do françês saiu ao lado. Passado alguns minutos o Sporting marca por Abel, aos 21 minutos, através de um grande remate (ou cruzamento mas, o que interessa é que entrou! :-), num lance em que o guarda-redes Tomasz Kuszczak do Manchester United foi muito mal batido. Após o golo do Sporting, o Manchester United acusou de certa forma o golo e o Sporting controlou depois os acontecimentos do jogo na primeira parte. Aos 30 minutos o Sporting teve um golo anulado após um fora-de-jogo milimétrico de Purovic e Liedson, que podia ter colocado o Sporting a ganhar por uma vantagem de dois golos.

Logo no início da segunda parte, o Manchester United teve que recorrer à sua artilharia pesada e entraram Tévez e Giggs para as saídas de Nani e Fletcher. Com estas alterações a equipa de Cristiano Ronaldo começou a jogar muito melhor e pressionou bastante a equipa do Sporting, criando oportunidades de golo que foram, em alguns casos, magnificamente defendidas por Rui Patrício, mais um jovem de grande valor formado no Sporting. Mas, infelizmente o inevitável acabou por acontecer e o Manchester chega ao empate com um golo de Tévez aos 62 minutos do encontro. O Sporting tentou responder mas, a verdade é que o Manchester United criou muitas dificuldades e os últimos 10 minutos de jogo foram um autêntico sofrimento. Já nos descontos, aos 92 minutos do encontro, o Manchester United chega à vitória com mais um excelente golo de Cristiano Ronaldo, na marcação de um livre directo que só ele sabe fazer.

Penso que apesar de tudo, o Sporting tem deixado uma boa imagem na Liga dos Campeões. Jogou sempre bem diante grandes equipas como Manchester United e Roma e, infelizmente, perdeu alguns jogos por detalhes que a este nível são determinantes... É de realçar, que o Sporting tem ainda uma excelente oportunidade, financeira e desportiva, no próximo jogo em casa diante o Dinamo Kiev para terminar com uma vitória esta edição da Liga dos Campeões.


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publicado por Diogo Oliveira
Premier League: Ronaldo decisivo
Nos jogos de hoje da Premier League destaque para o jogo do Manchester United, onde Ronaldo em apenas 2 minutos marcou dois golos. Já em Stanford Bridge o Chelsea não foi além de um empate com o Everton. Drogba marcou primeiro para os «Blues» mas já ao cair do pano o australiano Cahill surpreendeu tudo e todos com um golo espectacular através de um pontapé de bicicleta.

Ontem:

Sunderland-Newcastle, 1-1
(Danny Higginbotham 52'; James Milner 65')

Derby-West Ham, 0-5
(Bowyer 42' e 59' Etherington 51', Eddie Lewis 55' e Solano 68')

Liverpool-Fulham, 2-0
(Torres 81', Gerrard 85 g.p.)

Hoje:

Birmingham-Aston Villa, 1-2
(Forssell 63'; Ridgewell 9' p.b., Agbonlahor 87')

Chelsea-Everton, 1-1
(Drogba 70'; Cahill 89')

Bolton-Middlesbrough, 0-0

Tottenham-Wigan, 4-0
(Jenas 13', 26', Lennon 34', Darren Bent 72')

Man. United-Blackburn, 2-0
(Cristiano Ronaldo 34', 35')

Portsmouth-Man. City, 0-0

Reading-Arsenal, segunda-feira



Chelsea-Everton, 1-1
(Drogba 70'; Cahill 89')

Man. United-Blackburn, 2-0
(Cristiano Ronaldo 34', 35')

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publicado por _
LIGA DOS CAMPEÕES: Grupo F
Sporting 2-2 Roma

Com Tiago na baliza (Vladimir Stojkovic não recuperou), o Sporting apresentou-se dominador frente à Roma, protagonizando a sua melhor exibição da epoca. Até foram os romanos a marcarem primeiro por intermédio de Casseti, mas a excelente exibição do meio campo leonino e de Liedson protagonizaram a reviravolta com «bis» do brasileiro. Aos 89 minutos, quando nada fazia prever devido ao domínio verde e branco, a Roma gelou Alvalade ao marcar por intermédio de Perrota num golo estranho. Com este empate o Sporting vê-se assim dependente de terceiros para a próxima fase.


Ficha de jogo:


Estádio José Alvalade

Árbitro: Frank De Bleeckere (Bélgica)

Equipas:

SPORTING - Tiago; Abel, Tonel, Polga e Ronny; Miguel Veloso; Izmailov (Pereirinha, 88m), Romagnoli e João Moutinho; Djaló (Vukcevic, 62m) e Liedson;

AS ROMA - Doni; Cicinho, Mexes (Ferrari, 46m), Juan e Cassetti; De Rossi e Perrota; Giuly (Brighi, 89m), Perrota (Esposito, 79m) e Mancini; Vucinic.

Ao intervalo: 1-1

Acção disciplinar: cartão amarelo a Cicinho, Vucinic, Cassetti, Abel, Perrota, Miguel Veloso,

Marcadores: 0-1, Cassetti (4m); 1-1, Liedson (22m); 2-1, Liedson (64m); 2-2 autogolo de Polga

Fim da partida: 2-2








Manchester United 4-0 D. Kiev


Uma exibição segura dos «Red Devils» permitiu à equipa de Nani (90 minutos), Ronaldo (90 minutos), Anderson (não saiu do banco) e de Carlos Queiroz uma vitória tranquila perante os ucranianos e a consequente qualificação para a próxima fase. Destaque ainda para o belíssimo golo de Ronaldo (o 4º. do Man. Utd).






fotos: uefa.com

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PREMIER LEAGUE: Nani marca na goleada do United (4-1 ao Middlesbrough)
Premier League 12th Round
Manchester United   4-1   Middlesbrough
1-0 Nani
1-1 Aliadiere
2-1 Rooney
3-1 C.Tevez
4-1 C.Tevez

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publicado por Bruno Leite
BENFICA: Di María seguido atentamente pelo Manchester United
Di María. Argentino, campeão do mundo pela selecção sub-20, actualmente com 19 anos, proveniente do Rosario Central, custou 6 milhões de euros ao Benfica no último defeso. Este jovem jogador ainda não pegou de estaca nos encarnados. Talvez pela sua ansiedade em querer fazer tudo de uma vez, e por vezes sozinho, porque talento tem de sobra e isso está à vista. Antes da transferência para o clube da Luz, Di María já estava referencido por grandes clubes europeus e a cobiça parece estar a acentuar-se.

Ao que se diz em Inglaterra, o médio atacante do Benfica é um dos sonhos do Manchester United de Cristiano Ronaldo e, segundo declarações apresentadas pelos media britânicos, com as quais é sempre preciso ter algum cuidado, visto muitas serem habitualmente invenções, Di María terá dito que sonha também um dia jogar pelo Manchester United. O jovem argentino é representado pelo empresário português Jorge Mendes que, como se sabe, depois das transferências de Ronaldo, Nani e Anderson, goza de grande reputação em Old Trafford.

Depois do namoro intenso entre Manchester e Miguel Veloso, do Sporting, será agora a vez de se intensificarem contactos por Di María, do clube rival? Uma coisa é certa, a cláusula de rescisão de ambos é de 30 milhões. A consumar-se serão cofres cheios e futebol português mais pobre.

foto: infordesporto.sapo.pt (Será que Di María vai trocar o encarnado do Benfica pelo vermelho Red Devil?)

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publicado por Bruno Leite
PREMIER LEAGUE: Ronaldo bisa na vitória do Manchester United
Cristiano Ronaldo voltou hoje a estar em destaque, apontando dois dos quatro golos com que o Manchester United brindou o Wigan. Anderson e Nani também foram utilizados na partida que inaugurou a nona jornada da Premier League.

Resultados:


Manchester United – Wigan, 4 - 0

Aston Villa - West Ham, 1 - 0

Arsenal – Sunderland, domingo

Reading - Derby County, domingo

Newcastle - Everton, domingo

Liverpool - Tottenham, domingo

Manchester City - Middlesbrough, domingo

Bolton - Chelsea, domingo

Blackburn - Birmingham, domingo

Fulham - Portsmouth, domingo

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publicado por Bruno Leite
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